Tamires Sampaio visita o jornal

Tamires Sampaio visita o jornal

Candidata luta por uma cidade antirracista e o bem viver em São Paulo

Tamires Sampaio

Tamires Sampaio visita o jornal. A jovem de 26 anos é advogada, feminista negra, moradora da periferia, diretora do Instituto Lula e candidata a vereadora em São Paulo pelo PT nas eleições municipais de 2020.

Militante do PT e do movimento negro, pela Coordenação Nacional de Entidades Negras (Conen), em especial na pauta de educação, é também pesquisadora na área de segurança pública, justiça criminal, racismo estrutural e genocídio da população negra.

Graças ao ProUni, é advogada e mestra em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, e foi a primeira mulher negra a presidir o Centro Acadêmico João Mendes Jr. (2014/2015), da Faculdade de Direito do Mackenzie.

Em seguida, foi vice-presidenta da UNE (2015/2017), o que lhe permitiu conhecer a realidade da educação superior brasileira e lutar por educação pública, gratuita e de qualidade para todas e todos.

Tamires participou de encontros internacionais relacionados à educação, aos direitos humanos e ao futuro das cidades e governos locais diante das transformações que o mundo vem vivendo, no meio ambiente, na disputa das águas e terras e com os avanços tecnológicos.

As oportunidades que teve, com as políticas públicas dos governos do PT, fizeram com que Tamires acreditasse na política como um instrumento coletivo de transformação da vida e de realização de sonhos. E, por isso, quer ser vereadora.

São Paulo é um território da diversidade. Uma cidade de multidões apressadas, com 12 milhões de pessoas de diferentes culturas e de todos os cantos do Brasil e do mundo. Aqui se luta para sobreviver e trabalhamos, sempre com pressa, em nome do sonho de uma vida melhor no futuro. São Paulo também é uma cidade profundamente desigual, onde as condições de vida são determinadas por quem é e pelo endereço que mora.

Não é por acaso que habitantes de Cidade Tiradentes vivem, em média, 23 anos a menos do que os de Moema. A organização do espaço na cidade determina quem pode viver e quem deve morrer.

Essa é a política da morte, que se expressa pela ausência de políticas públicas que garantam uma vida digna e por meio da violência contra pobres, negros, indígenas, mulheres, LGBTs e pessoas que vivem nas periferias.

Agora, mais do que nunca, é preciso reafirmar o direito de viver. Ela quer mais do que apenas sobreviver: viver com dignidade, ao seu modo, uma vida plena e que realize todo potencial a partir de padrões de cooperação e solidariedade.

Na Câmara Municipal, vai continuar a luta pelo direito à saúde integral, públIca, gratuita e universal, e o fortalecimento do SUS, um dos maiores sistemas de saúde do mundo, que é referência internacional.

Ela reivindica a educação pública de qualidade e democrática, direito de todas as pessoas, como forma de compreender os fundamentos dos diferentes campos do conhecimento, desenvolver o pensamento crítico e transformar o mundo.

Tamires valoriza as culturas populares, negras, indígenas, LGBTs, que devem estar nos espaços públicos, físicos e de poder. Todos têm direito à moradia e ao trabalho digno e produtivo, à geração de emprego e renda, e a que nosso trabalho beneficie a maioria da sociedade, ao invés de servir para o lucro de poucos, com direitos trabalhistas, aposentadoria e tempo livre.

Para isso, é preciso investir e repensar as políticas para cada região da cidade, principalmente as periferias. São Paulo pode ser uma cidade inteligente, que use a tecnologia a favor da vida das pessoas. Pode mudar seus padrões de produção e sua relação com a natureza, iniciando uma transição ecológica.

A candidatura de Tamires Sampaio a vereadora de São Paulo pelo PT foi lançada para transformar a cidade e vidas. O bem viver é possível, bem como realizar sonhos por meio da política, da participação social e das lutas dos movimentos sociais.

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