Estádio do Pacaembu é concedido a iniciativa privada

Em um contrato de 35, o consórcio vencedor poderá explorar todas as áreas do complexo além do estádio em si. O Museu do Futebol não entrou na concessão.

A Prefeitura de São Paulo através do Prefeito Bruno Covas, assinou hoje o contrato de concessão do complexo do Pacaembu para a iniciativa privada. O consórcio Allegra Pacaembu foi o vencedor e terá o direito de explorar o uso do local por 35 anos.

No contrato está previsto a demolição do Tobogã, um dos setores da arquibancada do estádio que fica atrás de um dos gols. A ideia do consórcio é construir um prédio de cinco andares no lugar, com restaurantes, café e escritórios, ampliando as possibilidades de uso do lugar.

O contra no valor de R$ 115 milhões de reais recebidos de imediato pelo município, pode ajudar a estancar o saldo negativo dos cofres públicos. Em 2018 o Pacaembú deu um prejuízo de seis milhões de reais, com os custos de conservação e manutenção. Agora essa tarefa fica a cargo da iniciativa privada que além de explorar comercialmente o local, deve promover a manutenção e conservar o estádio que é um patrimônio tombado.

Os serviços atuais prestados no local e de forma gratuita não sofrem alteração, segundo o secretário municipal, Mauro Ricardo Costa. Desta forma, O Museu do Futebol não entrou na concessão e continuará funcionando normalmente. Além disto a Prefeitura tem o direito de uso de 6 horas semanais do complexo, sem custo algum para a Prefeitura.

  1. Repórter: Willian Moreira

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