Editorial: Miséria e fome

Editorial: Miséria e fome

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Foto: Governo da Bahia

A falta de um governo que não se preocupa com as pessoas e não tem nenhuma política voltada para o social, construiu no país um exército de miseráveis nesses pouco mais de 2 anos. Há muito tempo que não se via no Brasil tanta gente em filas para receber uma quentinha ou uma cesta básica.

Tudo já estava difícil por conta de um Desgoverno que se instalou em Brasília e que só tem discurso de ódio e de armas. Com a chegada da pandemia o caos aumentou em progressão geométrica, e não fosse a ação de governadores e prefeitos, a situação estaria totalmente descontrolada.

Falta vacina. Caminhamos para 400 mil mortos com uma média de 4 mil por dia. Viramos pária frente às nações do mundo e estamos assistindo o desmanche do Estado Brasileiro em Direitos Humanos, Meio Ambiente, Relações Internacionais, degradação da nossa Indústria, falta de investimento e uma desorganização das contas públicas nunca vista.

A concentração de renda de uma pequena minoria em detrimento dos mais necessitados, típica das “Repúblicas de Bananas”, acontece hoje no Brasil. Mês passado a Forbes incluiu mais 11 bilionários brasileiros na sua lista dos mais ricos do mundo. Essa notícia é um absurdo, frente a situação miserável da imensa quantidade de brasileiros que não sabe se vai comer quando acorda. É chegada a hora de um basta nessa situação.

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) instalada no Senado Federal para analisar as ações do Presidente Bolsonaro na política contra a pandemia, será o primeiro passo concreto para iniciar uma investigação que pode levá-lo a uma culpabilidade sobre omissão e erros no combate à Covid.

Enquanto isso campanhas de arrecadação de alimentos se espalham entre os verdadeiros brasileiros de BEM que tem como ARMA a Solidariedade e a preocupação com o próximo.

 

*Forbes é uma das principais e mais conceituosas revista de negócios e economia do mundo.

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