Troca de alianças é reinventada com pandemia

Foto: Katerina Knizakova

Em consequência do novo coronavírus, a opção de quem não quer adiar a subida ao altar é dizer “sim” virtualmente ou então em uma igreja vazia.

Com a chegada da Covid-19 no Brasil, milhares de casamentos foram cancelados e remarcados para o segundo semestre do ano, ou para o ano que vem. Mas em meio a correria frenética para remarcar a data, remarcar a passagem da lua de mel, alguns casais ousados estão preferindo manter a data e casar como dá: em casa, via aplicativo, sem altar, sem convidados e sem música. Apenas com o juiz de paz ou celebrante dando sua benção.

O único item que não pode faltar é o vestido de noiva, o véu e a grinalda. Os casais tem optado também pelo cartório, seguindo as medidas de segurança, levando somente as testemunhas e o celular que transmite o “sim” em tempo real para a família, padrinhos e amigos. Quando a ordem é ficar todo mundo em casa, improvisa-se o ritual da melhor forma possível.

Tudo indica que, passado o pior da pandemia, casamentos voltarão a ser motivo de festança, visto que o ato de união presente em todas as culturas, sem exceção, requer algum tipo de comemoração desde seus primórdios, que remontam as primeiras religiões politeístas.

 

Paula Lira

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